terça-feira, novembro 25, 2008

"Na Casa da Ruth" com a cantora Fortuna

Lançamento de CD da cantora Fortuna, com participação do coral infantil do Centro de Música do SESC Vila Mariana
Composição de Hélio Ziskind, inspiradas nos poemas da escritora Ruth Rocha
Regência da maestrina Gisele Cruz e Direção de Naum Alves de Souza
Teatro
O CD "Na Casa da Ruth" será lançado com show no SESC Vila Mariana, nos dias 29 e 30 de Novembro, sábado e domingo, às 18 horas.
O espetáculo tem, além da cantora Fortuna e do Coral Infantil do SESC Vila Mariana (24 crianças entre 8 e 12 anos, sob regência de Gisele Cruz), participação do ator Rafael Zolko e de q
uinteto instrumental sob direção de Gabriel Levy.
O roteiro e a cenografia têm a assinatura de Naum Alves de Souza.
Os figurinos, de Miko Hashimoto, foram criados a partir dos desenhos de Mariana Massarani.



A capa do CD "Na Casa da Ruth" tem o formato de uma 'sacolinha', com a alça para ser levada daqui-prá-lá-de-lá-prá-cá pelas crianças. Na verdade, é como se fosse um livro, com 23 cm de altura por 18 cm de largura. Aberto, de um lado ele tem o 'berço' para o CD e do outro uma 'bolsa' com um livrinho fartamente ilustrado onde estão todas as letras das músicas.

O título é sugestivo: "Na Casa da Ruth"! E deixa a dúvida no ar: que casa é essa? que Ruth é essa?
A "Ruth" do título é ninguém menos que Ruth Rocha, o maior nome da literatura infanto-juvenil brasileira, com mais de quarenta anos de atividade como escritora e mais de 130 títulos publicados – dezenas deles no Exterior, em mais de 25 idiomas. Em outras palavras, a casa de Ruth Rocha é como se fosse uma casa de palavras, de histórias que todas as crianças conhecem 'de ler'.

O projeto começou a ser desenvolvido há cerca de dois anos, por iniciativa da cantora Fortuna. Decidida a "enveredar pelo universo da criança", ela foi procurando parceiros para sua viagem. Primeiro, foi ao encontro de Ruth Rocha: "Numa bela noite, lendo estórias para minhas filhas, me veio a intuição de que seria muito feliz conseguir musicar e interpretar poemas da Ruth Rocha", conta. A escritora acolheu a idéia com entusiasmo e sugeriu a ela que fossem musicados poemas do livro "Toda Criança do Mundo Mora no Meu Coração" (Ruth Rocha, com ilustrações de Mariana Massarani, Ed. Ática, 2007).

Encantada com o livro, Fortuna o levou ao compositor Hélio Ziskind, um de nossos maiores autores de música para crianças, e lhe fez o convite, prontamente aceito. "Conversamos sobre como desenvolver as coisas e nos veio a imagem de que era como se as crianças estivessem indo fazer uma visita na casa da Ruth, e lá criassem vínculo afetivo com os textos das canções", explica Ziskind.

Rapidamente as coisas evoluíram. O projeto foi apresentado ao Selo SESC, do SESC São Paulo, e definida a gravação de um CD. E surgiu então a idéia de participação no disco do Coral Infantil do SESC Vila Mariana, dirigido pela maestrina Gisele Cruz e integrado por 24 crianças entre 8 e 12 anos. E foi chamado o maestro Gabriel Levy para os arranjos e a direção musical.

O repertório foi escolhido por Fortuna, em função de seu conteúdo. "São textos que falam da diferença, da diversidade contida em cada criança e, ao mesmo tempo apresenta um universo poético e lúdico que incita a criança à sonhar, brincar, cantar", diz a cantora. Do livro originalmente indicado foram selecionados nove poemas. De outro livro da autora ["Quem Tem Medo de Monstro", Ruth Rocha, com ilustrações de Mariana Massarani, Ed. Global, 2001] saiu a décima canção da nova parceria Ruth Rocha-Hélio Ziskind. E Fortuna resolveu incluir no CD ainda quatro canções populares infantis ("Alecrim", "Trem Maluco", "Caranguejo não é Peixe" e "Borboletinha"), todas de domínio público. "Essas cantigas têm uma ligação com os temas que escolhemos da Ruth, e nos ajudam também a uma aproximação ainda maior dos pequenos", explica Fortuna.

No curso do processo de feitura do disco, decidiu-se também pelo aproveitamento do talento de Mariana Massarani, ilustradora de vários livros de Ruth – ela criou vários desenhos originais para a capa do CD e o livrinho-encarte com as letras. Veio depois, naturalmente, a idéia de levar o projeto ao palco na forma de espetáculo teatral. Para isso, foi convidado o cenógrafo e diretor Naum Alves de Souza, profissional com longa folha de serviços no campo do teatro e também da televisão.

Finalmente, ao final de mais de sete meses de trabalho – ensaios, gravações, mais ensaios para o espetáculo – o disco está pronto para a grande estréia. No final de Novembro o CD "Na Casa da Ruth" estará disponível para venda nas unidades do SESC São Paulo e na Loja Virtual SESC, e terá início uma série de espetáculos "Na Casa da Ruth" – estão inicialmente programados dois no SESC Vila Mariana (29 e 30 de Novembro, 18h), um no SESC Santos (6 de Dezembro, 17h30), um no SESC Interlagos (7 de Dezembro, 16h) e um no SESC Santo André (20 de Dezembro, 20h).

Além dos nomes já citados, o espetáculo tem figurinos de Miko Hashimoto, criados a partir dos desenhos de Mariana Massarani; coreografia de Luciana Gandolfo e participação do ator Rafael Zolko.

Os espetáculos de lançamento no SESC Vila Mariana contarão com a presença de Ruth Rocha autografando os CDs. E os dois espetáculos serão gravados em vídeo, para edição de um DVD a ser lançado pelo Selo SESC no início de 2009.


FORTUNA

Coro Infantil do Sesc Vila Mariana

regência: Gisele Cruz

Participação especial do ator Rafael Zolko

Músicos:

Gabriel Levy, piano e acordeom
Mário Afonso, saxofone e flauta
César Assolant e Jardel Caetano, violão, cavaquinho e bandolim
Neymar Dias, contrabaixo
Beto Angerosa, percussão

Naum Alves de Souza, cenografia e direção geral
Miko Hashimoto, figurinos (partir de desenhos de Mariana Massarani)
Luciana Gandolfo, coreografia


P R O G R A M A

Trem maluco (*)
Lá vem as férias
Olha só a macacada
Suíte
Valsa das pulgas
Borboletinha (*)

Caranguejo não é peixe (*)
Vou ou não vou
Espírito de contradição
Alecrim (*)
A barata
Quem tem medo de monstro
Doze coisinhas à-toa que nos fazem felizes

Todas as canções são composições de Hélio Ziskind sobre poemas de Ruth Rocha, exceto as indicadas (*), que são de domínio público

Locais:

Atendimento à imprensa:

Matias José Ribeiro

Gabinete de Comunicação - Assessoria de imprensa do Selo SESC

(11) 3082-5444 ; 8102-9870

quarta-feira, outubro 29, 2008

Grupo Ultimo Tipo


Grupo Último Tipo


O Último Tipo é um Grupo musical criado em Goiânia em 1988, que pesquisa o teatro na música seja no palco ou em gravações. A cênica é tão importante em seu trabalho que muitas vezes é considerado como uma troupe de atores. E realmente no seu espírito está o teatro mambembe e o clown, fazendo freqüentemente espetáculos de rua e apresentações itinerantes à moda dos trovadores medievais.

O vocal é sua base e tem como proposta a inovação. Déo Piti, Jara Carvalho, Lóra Brito e Velú Carvalho fazem um trabalho rico em detalhes. Os arranjos e composições são cheios de dissonâncias, ritmos sobrepostos e falas incidentais que dão dinâmica e prendem a atenção quando unidas a ação cênica. No acompanhamento, violão e uma percussão que chama bastante a atenção por incluir instrumentos diferentes como espátulas de pedreiro, um triângulo que não é triangular e que já foi um suporte de toalhas, concha de cozinha, cabaças, chocalhos de bebê, chaves velhas, dentre outras. Têm referências em Hermeto Pascoal, Arrigo Barnabé, Mutantes, Premeditando o Breque, Itamar Assumpção, Arnaldo Antunes, dentre tantos outros. Uma das faces mais fortes do grupo, além da presença de palco, interatividade e vocal são as suas composições brincalhonas, cheias de ironia e bom humor, sendo elas as responsáveis pela criação deste estilo que hoje o Último Tipo utiliza também para interpretar canções de outros compositores da Música Brasileira.

Os figurinos exóticos são sempre confeccionados com materiais recicláveis, como cartões telefônicos, garrafas pet, discos de vinil e tudo o que a criatividade permitir. Maquiagens fortes, aliadas à arranjos vocais de "última geração", interatividade e sensibilidade fazem com que o público se enfeitice com esse trabalho.


"Animambembe"se baseia na irreverência, informalidade e alegria. O repertório é montado como um quebra-cabeças, que varia de acordo com a platéia e seu ritmo próprio. Buscam sempre o que há de mais cênico e assim forma-se uma cumplicidade raramente conseguida em um espetáculo musico-teatral.

Para esta apresentação, durante a exposição de “Produção Fonográfica Infantil” no MIS escolhemos Canções que não podem faltar como "A Galinha Có cóuá" (Ves. Edgar poças), "O Trenzinho" (Edgar Poças), "A Casa" (Toquinho e Vinícius), "Tem gato na Tuba" (Braguinha), "O Pato" (Bacalov, Toquinho e Vinícius), "Infantil" (Jara e Déo), "O Monjolo do Seo Lindorfo" (Jara e Déo), "O Circo" (Batatinha) e "Ponta de Areia" (Milton Nascimento e Fernando Brant). A interatividade é um dos pontos altos, cujo público é, muitas vezes, convidado a participar. Por vezes a própria platéia é o palco onde poderá ocorrer o inesperado.

Ficha Técnica / Animambembe:

Déo Piti: Voz e percussão
Jara Carvalho: Voz, Violão e efeitos
Lóra Brito: Voz e efeitos
Velú Carvalho: Iluminação

segunda-feira, outubro 20, 2008

História do Circo


A História do Circo
Teatro no Brasil


Professor(a) responsável: Luiz Rodrigues Monteiro Junior
Professor(es) do curso: Luiz Rodrigues Monteiro Junior - Garcia Maria Navarro - Ermínia Silva

EMENTA: Realizar uma introdução sobre a história do circo-teatro no Brasil de 1830-1900, para proporcionar aos alunos conhecimentos dessa forma de expressão artística fundamental na construção do patrimônio cultural brasileiro. Considera-se que o seu desenvolvimento no século XIX alicerçará os processos histórico-culturais dos séculos seguintes, quando novos meios de manifestação cultural, como o rádio, o disco, o cinema, a televisão, entre outros, passaram a se entrelaçar com as construções teatrais de distintas modalidades.

OBJETIVO: Contribuir para que os alunos do curso conformem novas aquisições de conhecimento sobre o mundo da teatralidade brasileira, tomando o circo-teatro como seu eixo reflexivo e implicado no mundo da produção cultural brasileira. Contribuir para que os alunos possam perceber a importância que a história do circo tem para o desenvolvimento profissional nas áreas do teatro, do cinema, do rádio, da televisão, da dança, da música, da cenografia, da coreografia, do figurino, da iluminação e da dramaturgia. Contribuir para que os alunos possam, então, ampliar seus leques de pesquisa e estudos em suas áreas de formação e atuação.

Telefone: (0 xx 19) 3521 4646 / (0 xx 19) 3521 4648 / (0 xx 19) 3521 4647

Endereço: R. Roxo Moreira, 1831 Caixa Postal 6085
Campinas-SP
CEP: 13084-971
Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 17h30min

segunda-feira, outubro 13, 2008

Produção Fonográfica Infantil - Museu da Imagem e do Som de Campinas - MIS

Cláudia Beraldo e Alexandre Cartianu – Troupe Per Tutti
Cláudia Beraldo e Alexandre Dan Zwicker Cartianu


"Arte circense"
 Alexandre Cartianu – Troupe Per Tutti

Produção Fonográfica Infantil

Panorama da discografia para o Público Infantil

Acervo da colecionadora: Claudia Beraldo

Museu da Imagem e do Som Campinas

07 a 31 de outubro de 2008

Entrada gratuita

A Exposição aconteceu durante o mês da criança, no MIS, a programação foi recheada de apresentações artísticas, exibição de filmes e animação, audições, palestras e mesas redondas, propiciando diferentes vivências, para as crianças de todas as idades.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Produção Fonográfica Infantil - Museu da Imagem e do Som de Campinas - MIS

Aconteceu no MIS um bate papo com o músico Albert Pavão falando sobre sua produção, gravação de música infantil.

Albert Pavão, até 1960 só tocava em festas. Já sabia todo o repertório dos roqueiros da época, Elvis, Cliff Richard, Rick Nelson e Conway Twitty. Em 1961 começou a fazer apresentações na televisão e em 62 gravou seu primeiro disco, um 78 rotações contendo “Tu e Eu” (You and I) e “Move It”, esta em inglês, pela gravadora Mocambo. Em 1963, gravou seu meu maior sucesso que foi o rock “Vigésimo andar” (20 flight rock). Em 1964 participou do Festival Sulamericano de Parque del Plata no Uruguai, onde apresentou sua composição “Meu broto só pensa em estudar”, que lhe deu a medalha de prata. Essa música foi gravada num compacto para a Chantecler, neste mesmo ano, junto com “Biquininho”, que teve acompanhamento do conjunto The Rebels. Neste ano ainda ganhou o troféu de revelação do rock da revista Melodias e do programa de Antonio Aguillar. Em 1965 gravou duas músicas antigas do Elvis em versão para o português: “Mulher de cabeça dura” (Hard headed woman) e “Garota do meu melhor amigo” (The girl of my best friend)." Irmao de Meire Pavão que que cantava no Conjunto Alvorada na década de 60.
Gravaram com o pai Thetononio Pavão ate os anos 80 o repertorio infantil.
Meire cantava com o Grupo Peralta que era composto por Meire, os Vikings, e Thomas Roth....

Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859, Centro
Fone: (19) 3733-8800
mis@campinas.sp.gov.br

Produção Fonográfica Infantil - Museu da Imagem e do Som de Campinas - MIS



Cláudia Beraldo e Alexandre Dan Zwicker Cartianu


Abertura com: Coral do Colégio Progresso de Campinas
Regência: Sílvia Regina Beraldo Penteado
presenças:
  • Clow Bonifácio (Alexandre Cartianu da Troupe Per Tutti)
  • (jarbasvargas@yahoo.com.br)
  •  
  • alunos de "Circo da Vila Padre Anchieta" da Prof. Jaqueline de Souza

Palestra: "Vamos falar de Circo" com Ermínia Silva
(mina.silva@uol.com.br)



Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859, Centro
Exposição: terça a sexta-feira, das 10 às 18h
Fone: (19) 3733-8800
mis@campinas.sp.gov.br

terça-feira, setembro 30, 2008

Produção Fonográfica Infantil - Museu da Imagem e do Som de Campinas - MIS

Aconteceu no Museu da Imagem e do Som de Campinas - MIS
07 a 31 de outubro de 2008
Produção Fonográfica Infantil Panorama
Panorama da discografia para o público infantil
Acervo da colecionadora Claudia Beraldo

Ao longo do século XX, o desenvolvimento tecnológico permitiu a reprodutibilidade em massa dos bens culturais, levando ao crescimento da indústria cultural. Destinados ao público infantil, proliferaram os livros, filmes, desenhos animados, gibis, revistas e peças de teatro. Uma das facetas desta produção foi o registro fonográfico, tema desta exposição.

Contos de fadas, peças de teatro, folclore e música infantil se materializam em produtos tecnológicos, chamados suportes de gravação, e se dividem entre os discos em 78 RPM, LPs, compactos, fitas cassete, CDs, DVDs e CD- Rooms.

Na exposição, o visitante teve a oportunidade de ver os discos originais de diferentes épocas, com suas coloridas capas e textos explicativos, e assistir a projeções de DVDs de musicais infantis.

Durante o mês da criança, no MIS, a programação foi recheada de apresentações artísticas, exibição de filmes e animação, audições, palestras e mesas redondas, propiciando diferentes vivências, para as crianças de todas as idades.

Projeções de musicais infantis em tempo integral na exposição.


Programação
  • Coquetel de abertura da exposição Apresentação do "Coral Infantil do Colégio Progresso" Regente: Sílvia Regina Beraldo Penteado Apresentação de Clown Bonifácio (Alexandre Cartianu)
  • Palestra com Ermínia Silva - "Vamos falar de Circo"
  • Apresentação dos alunos de "Circo da Vila Padre Anchieta" da prof.: Jaqueline de Souza
  • Palestra com músico Albert Pavão  Exibição de vídeos de várias nacionalidades e épocas sobre "Arte circense" - Alexandre Cartianu – Troupe Per Tutti
  • Palestra com Dr. Sebastião Elyseu Júnior, professor de psicologia PUCCampinas sobre "Contos de Fada na visão de um psicanalista"
  • Palestra com a colecionadora e curadora Claudia Beraldo
  • Mostra de curtas-metragens infantis
  • Teatro e narração de histórias com a "Cia. Narradores Urbanos"
  • Roda de conversas com a Cia Narradores Urbanos "Arte de Contar histórias nos Dias de Hoje"
  • Exibição e debate sobre a animação "O burrico e o bem-te-vi" de Maurício Squarisi
  • "Uma outra maneira de brincar" Formandas do Instituto Ligare, de Americana
  • Apresentação do Grupo Último Tipo encerramento da exposição.
  • Realização MIS Campinas curadoria de Claudia Beraldo
Realização: Cláudia Beraldo/MIS Campinas

Apoio: Kid's 80

Patrocinio:

  • Associação dos Antiquários de Campinas
  • Frangonete e Rostisserie CLARIMAR II
    Rua dos Guainumbis 730 - Sta.Genebra
    Campinas - SP
Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859, Centro Exposição: terça a sexta-feira, das 10 às 18h
Fone: (19) 3733-8800 – mis@campinas.sp.gov.br
Mais informações: cacaube@gmail.com

sexta-feira, setembro 12, 2008

Grupo Vocal BeBosa Kids - RJ





O BeBossa Kids é um grupo vocal a Cappella que apresenta um repertório musical direcionado especialmente ao público infantil. São sete vozes a cappella, somente acompanhadas por percussão, sendo três mulheres e quatro homens, sem nenhum instrumento harmônico dando suporte. Há um ano o grupo vem se apresentando por grandes teatros e Festivais no Brasil com o seu primeiro show chamado “BeBossa Kids - Cantando o 7”. Um CD para crianças, com um repertório rico em ritmos brasileiros como baião, samba, maracatu, e também estruturas como reggae, rock e pop; belas melodias e letras, com muito a dizer para essa novíssima geração. São 13 faixas para despertar nas crianças o prazer de ouvir e também a vontade de aprender a cantar e fazer música. (http://saladesom.com.br/loja/artistas/bebossa/bebossa-kids.html)

O BeBossa Kids nasceu de um desejo de criar um show musical para crianças que misturasse vozes e movimentos, para despertar nos pequenos o prazer de ouvir boa música e também, a vontade de aprender a cantar. Assim, o maestro e arranjador Zeca Rodrigues reuniu uma turma de cantores da mais alta competência – e juntos, formaram o BeBossa Kids – sete vozes a cappella que além de cantarem, atuam cenicamente tornando as apresentações divertidas e lúdicas. Os arranjos de Zeca Rodrigues impressionam e contagiam o público, pois as sete vozes, além de cantarem acompanhadas somente de percussão, emitem sons de instrumentos e principalmente, conseguem juntos, sons vocais que transcendem do real, para o mundo da imaginação infantil. O álbum “Cantando o Sete” possui músicas que encantam e embalam as crianças e o público em geral, com arranjos que enriquecem e contribuem na renovação do cancioneiro infantil no Brasil. Esse time de músicas faz de “Cantando o Sete” uma boa pedida para agradar a família toda; o repertório escolhido para esse trabalho é uma boa prova disso. “Samba na Areia” de Pixinguinha, “A Casa” Vinicius de Moraes, “O Pato” Vinicius de Moraes/Toquinho/Paulo Soledade, “Pé Com Pé” Sandra Peres/Paulo Tatit, fazem parte do CD. Estão presentes também, releituras de grandes hits infantis de várias gerações como: “Alegria da Vida” Marcos Valle/Paulo César Valle, que foi tema de abertura do seriado infantil “Vila Sésamo” nos anos 70, “Sítio do Pica-Pau-Amarelo” Gilberto Gil, música tema da abertura de programa homônimo, sucesso nas décadas de 80 e 90. Há também, músicas que não foram compostas diretamente para o público infantil, mas que sempre fizeram sucesso entre os pequenos, como: “Trenzinho Caipira” Villa Lobos e “O Vira” de Jõao Ricardo/Luhli música já consagrada com “Secos e Molhados” e “Ney Matogrosso”. O CD traz a participação de Lucina, cantora e compositora que fez a Direção Geral do Show e assina algumas músicas contidas no álbum. Direção Musical: Zeca Rodrigues . (http://www.myspace.com/bebossakids)

Membros:
Cantores : Amanda Zullo - Corina Viana - Cauê Nardi - Laura Lagub - Maurício Detoni - Zeca Rodrigues
Percussão : Fabiano Salek
Iluminação : Djalma Amaral
Figurino e fotos : Veronica Varejão
Arranjos e Direção Musical : Zeca Rodrigues
Direção Cênica : Vera Lopes
Direção Geral : Lucina

Record Label: SaladeSom Records


terça-feira, julho 01, 2008

Pró-Memória de Campinas - SP


Pró-Memória de Campinas-SP



Preservação da memória histórica de Campinas, SP, Brasil; pela catalogação ordenada de sua História, fotos, documentos antigos e de tudo aquilo que possa ajudar na preservação desta. Espaço aberto à todos que têm interesse no assunto e está em constante atualização. Aberto à receber material via internet ou por correio para aumentar minha biblioteca, hemeroteca e fototeca sobre o assunto. (jmfantinatti@hotmail.com)

Conheça o Blog do João Marcos Fantinatti um grande pesquisador da história de Campinas, confira:

Pró memória Campinas - http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/ -
História do Culto a Ciencia - http://cultoaaciencia1.wordpress.com/ Parte 2
História do Culto a Ciencia - http://cultoaaciencia.wordpress.com/ Parte 1
História do Culto a Ciencia - http://cultoaacienciaufo.wordpress.com/


João Marcos Fantinatti - Campinas - SP - Brasil

terça-feira, maio 06, 2008

Oficina de teatro de bonecos com o mestre piauiense Afonso Miguel Aguiar



Mamulengo Fantochito


OPORTUNIDADE ÚNICA de trocar experiências com um grande mestre do teatro de bonecos do Nordeste.

Oficina de teatro de bonecos com o mestre piauiense Afonso Miguel Aguiar

OFICINA: técnica de Teatro de Bonecos

Bonecos Gigantes, Marionetes e Mamulengos
Técnicas de manipulação com luva, vara, fio e manipulação direta
Oficineiro: Afonso Miguel Aguiar

Local: Recordatório – Rua Joaquim Silva, 17 - Lapa – Rio de Janeiro
Informações e inscrições: Tel.: (21) 2508-9126 - 8740 9126
www.recordatorio.com.br/

Vagas limitadas!
APRESENTAÇÃO: Mamulengo Fantochito

Traga o seu boneco e aproveite, pois o cara é muito fera e raramente está no Rio.

segunda-feira, abril 14, 2008

Clara Haddad Mil Histórias pra Contar!

  • Contar & Encantar com histórias de fazer sonhar...

Contar & Encantar com histórias de fazer sonhar...
  • Contar história é uma arte. Desde tempos imemoriais as histórias tem o seu lugar.
  • É através da figura do contador que elas vão percorrendo geração em geração e perpetuando a força da palavra, das tradições e da língua.
  • Mas quem é o contador contemporâneo? O que ele conta? Para quem? Como conta? Existem técnicas?
  • A arte de contar histórias ganha novo fôlego e vem conquistando cada vez mais espaço na sociedade atual. Dessa forma, tem sido realizada com frequência em escolas, livrarias, bibliotecas, hospitais, auditórios, teatros, etc.Este curso é para todos aqueles que desejam ter contato com o mundo mágico da narração oral e dos contos através de distintas técnicas criativas e expressivas.
Objetivos:
  • Introduzir os participantes do curso, na arte de contar histórias, através de abordagens teóricas e práticas
  • Descobrir o contador que existe dentro de cada um de nós
  • Desenvolver capacidades expressivas (verbais e não verbais) através de exercícios e desenvolvimento de técnicas
  • Destacar a importância de narrar histórias como feito artístico em si
Conteúdos:
  • Fundamentos teóricos e práticos. Voz, Corpo, Olhar do narrador. Elementos do conto. Preparação de uma sessão de contos. Ler x Contar. Narrador X Ator. Narração e Espetáculo. Técnicas para narrar. Os vários contextos para narrar histórias (hospitalar, terapêutico, performance, animação de leitura). Condições que devem reunir um texto e um narrador. Improvisações. Exercícios individuais e em grupo.

  • Público Alvo: Educadores, contadores de histórias, bibliotecários, atores, terapeutas e interessados no tema.
  • Orientação: Clara Haddad – Atriz e Contadora de Histórias 

Clara Haddad é Licenciada em Educação Física e Artes Cenicas. Reside em Portugal onde atua como narradora oral, atriz e coreógrafa. Tem em seu repertório contos de tradição oral e literários e diversas apresentações artísticas, espetáculos e sessões de contos para crianças, jovens e adultos. Participa frequentemente de festivais,encontros e maratonas de narração oral nacionais e internacionais. Idealizadora da Contos da Carochinha-Brincadeiras com arte. Integrante do Projecto Educativo do Hospital Pedro Hispano (onde desenvolve pesquisa e trabalho com contos , meditação e visualização criativa para crianças e pais de crianças internados) Ministra cursos sobre a arte de contar histórias e animação de leitura, criação de contos, dança -criativa e teatro.
Contos da Carochinha- Brincadeiras com Arte Clara Haddad - http://www.clarahaddad.com/

sexta-feira, abril 04, 2008

Educação Musical nas Escolas

O projeto de Lei 330/2006 foi enviado à Câmara dos Deputados

Está nas mãos de todos nós um passo muito importante para a educação brasileira.
Em 2007 foi aprovado, no Senado, um projeto de lei que torna obrigatório o ensino de música nas escolas.
Este ano, o projeto de lei será discutido na Câmara dos Deputados.

A volta da educação musical nas escolas significará para milhões de crianças e jovens a construção de valores pessoais e sociais, além de um desenvolvimento maior cognitivo, psicomotor, emocional e afetivo.
Mas para que esse projeto vire lei você precisa fazer a sua parte. Conhecendo e ajudando a pressionar por essa aprovação. Participe.

O Futuro do Brasil vai aplaudir a sua contribuição.
Vamos participar !!!!


Grupo de Articulação Parlamentar Pró-Música

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Braguinha encontra Pixinguinha

BRAGUINHA ENCONTRA PIXINGUINHA

O músico Paulo Bi promove neste show o encontro dos dois gênios da MPB.
Parceiros na famosa canção “Carinhoso”, os compositores dedicaram um espaço generoso aos pequenos. Braguinha com “Tem gato na Tuba”, e músicas da coleção Disquinho, e Pixinguinha com seus temas instrumentais dançantes e o bem humorado Samba na Areia, que descreve as peripécias de um pescador na praia de Itacuruçá.
A apresentação conta com a participação especial do percussionista Zero.

sábado, novembro 24, 2007

Dicas Culturais - Panos e Lendas


Panos e Lendas narra a criação do mundo falando do homem, suas raízes, seus costumes, mostrando o ciclo da vida com ternura e simplicidade.
Recheado de lendas brasileiras, Parlenda, cantigas de roda e de ninar, como Terezinha de Jesus, o Cravo brigou com a Rosa, Tutu Marambá e outras, cantadas e tocadas ao vivo pelos atores. O espetáculo com 8 anos de sucesso com mais de 900 apresentações!!!
Uma Festa cantada e dançada para todo mundo ver!!!
  • Elenco:
Viviane Doné, Weslei Soares, Caio Merseguel, Marina Fossa,Daniela Rocha, João Rocha, Rita Ivanoff e Chico Cabrera.
  • TEXTO.........Vladimir Capella e José Geraldo Rocha
  • DIREÇÃO GERAL.....Chico Cabrera
TEATRO RUTH ESCOBAR
Rua dos Ingleses 209- Bela Vista (11)3289-2358
Visite nosso site www.ciapicnic.com

Domingos 11 H.
Ingressos R$ 20,00

25% trazendo uma lata de leite em pó.

Espetáculos para escolas, empresas e grupos (11) 4232-2590
Participe da nossa comunidade no Orkut.

FINAL DE TEMPORADA 25 DE NOVEMBRO.
Chico
Cabrera. Para ver o perfil de Chico, clique em: http://www.orkut.com/Profileaspx?uid=7187255472831474757

sexta-feira, novembro 02, 2007

Cursos - Musicalização para Educadores

Musicalização para Educadores

Oficina e curso direcionados aos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com ou sem conhecimento musical; aos músicos e compositores interessados em musicalização.
  • 1- Objetivo
  • 2- Formato
  • 3- Coordenação / Currículo
  • 4- Cronograma / Custos
Entende-se musicalizar por transformar a criança em indivíduo que usa os sons musicais, consome música, cria música, sente música e finalmente, se expande por meio de música.

Professor Marco Aurêh

  • 1- Objetivo
A proposta visa despertar de forma clara e objetiva, a musicalidade dos educadores para que se tornem aptos a desenvolver trabalhos básicos de musicalização com os seus alunos. Os participantes desta oficina vivenciam as práticas que envolvem o contato com a música de forma ampla e criativa. O coordenador desenvolveu atividades específicas direcionadas aos educadores que queiram trabalhar com musicalização infantil e infanto-juvenil. O projeto enfoca a música para alunos do maternal à 8a série do Ensino Fundamental.

Objetivos gerais
  • Levar o educando a entender e classificar gêneros musicais eruditos, populares e folclóricos do Brasil e de outros países;
  • Conduzir o aluno ao entendimento da história da música, partindo da pré-história até os nossos dias;
  • Conduzir o aluno a adquirir conteúdos musicais consistentes para uma prática futura, caso seja de seu interesse, desenvolvendo noções de ritmo, altura (som) e demais conteúdos
  • Vivências práticas e também teóricas;
  • Estimular o educando a aguçar seu sentido auditivo e fazer com que possa interagir com os demais colegas, alunos e platéia;
  • Promover o manejo de alguns instrumentos musicais, principalmente os percussivos, e trabalhar prática de conjunto com estes instrumentos e também a voz.
  • 2- Formato
As práticas abrangem atividades que estimulam a afinação, desinibição, ritmo, psicomotricidade, sociabilização, criatividade, sensibilização e percepção musical. O facilitador utiliza a voz, o violão, flautas e instrumentos de percussão durante as práticas que são sempre realizadas em forma de dinâmica de grupo. Algum material didático é
introduzido facilitando a compreensão de noções básicas de teoria musical.
A estruturação se baseia no perceber, no refletir e no criar. A dramatização teatral é utilizada como veículo de expressão. O foco é a ampliação do universo criativo (musical e dramático) do educador. OBS: Na oficina “Musicalização para Educadores” as informações são passadas de forma mais genérica, no caso do curso, haverá um aprofundamento das propostas.

Praticidade

Exercícios rítmicos e melódicos com ênfase nas cirandas, folclore brasileiro e
música popular.
  • Conhecimento de diversos gêneros e estilos musicais básicos.
  • Noção de confecção de materiais sonoros.
  • Leitura e encenação de histórias e textos teatrais.
  • Expressão por meio da voz de um vasto repertório de canções didáticas (curso).
  • Exercícios que estimulam a composição musical, poética e literária da criança, promovendo a interação e a troca nas parcerias.
  • Detalhes sobre gravações para serem usadas como registro e apreciação (curso).
  • Perceber as inúmeras possibilidades sonoras: timbre, altura, intensidade, duração, etc.
  • Prática Musical X Teoria Musical - Opostos ou complementares
  • A linguagem musical como expressão de comunicação - A criança que fala, canta
  • Escala musical e percussão - Brincando com os objetos da sala
  • Percepção musical - A cor do som de cada instrumento
  • Estátua, bichos, pomar, afetividade
  • Sensibilização, sincronicidade, criatividade, sensibilidade e dramatização
  • 3- Coordenação / Currículo
O facilitador Marco Aurêh é músico e ator profissional com uma vasta experiência artística no setor da música e do teatro. O professor, instrumentista e compositor dá aulas de música desde 1988 e aulas de musicalização em várias escolas desde 1993.
Marco Aurêh Músico, compositor e ator profissional com uma vasta experiência em trabalhos artísticos voltados para a infância e juventude. Dos seus 26 anos de carreira, 15 foram dedicados às aulas de música e 10 anos às aulas de musicalização infantil. Lecionou música em diversas escolas (D. Pedro II, Escola VIVA, Bem-Me-Quer, CENA, Escola Criativa Idade e Recanto Ecológico). Atualmente (2007) é professor de música do colégio ALAOR, em Petrópolis-RJ.

Fez curso de musicalização pelo método Kodaly com o professor Ian Guest e estudou sobre o ensino da música através da Antroposofia de Rudolf Steiner (escola Valdorf).
Trabalhou muitos anos com a escritora e dramaturga Sylvia Orthof quando teve a oportunidade de musicar diversos textos desta saudosa autora. Esta parceria gerou o CD "Cantando Sylvia Orthof - Músicas de Marco Aurêh". Este disco reúne uma seleção das melhores composições desta premiada parceria.
É especializado em composição e direção musical para teatro tendo conquistado diversos prêmios neste setor (vide currículo anexo); destaque para o prêmio Coca-Cola de Teatro em 1996 (RJ) na categoria Melhor Música pela trilha sonora do espetáculo “O Equilibrista”.

Recebeu em abril de 2003, o prêmio “Homenagem CBTIJ” do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude, pelo conjunto da obra dedicada à composição de músicas infantis para o teatro. Em 2003 foi eleito o melhor músico de música progressiva do ano pelo site www.rockprogressivo.com.br

Ministrou diversas oficinas e cursos (“A força da Música” e “Música e voz no teatro”), na CAL (Colégio de Artes de Laranjeiras) e na Escola de Teatro Martins Penna, no Rio de Janeiro, na organização Solidariedade França Brasil (RJ) e em várias outras cidades como Curitiba-PR, Passo Fundo - RS e Cataguazes -MG.
Foi gerente e gestor cultural do Centro de Cultura Raul de Leoni onde agenciou diversas exposições, festivais de teatro e música instrumental, shows, espetáculos e simpósios.

Lançou os seguintes discos infantis:
  • 1999 - “Sem borracha” com crianças de 2 a 9 anos de idade.
  • 1999 - “Coração Mamulengo” com a trilha sonora do espetáculo infantil homônimo. Neste disco, Aureh formou parceria com Ariano Suassuna (autor de “O Auto da compadecida”).
Com os alunos da escola Criativa Idade, lançou 2 CDs com a participação de 130 crianças. Os discos trazem um repertório de músicas folclóricas e composições de Aureh:
  • 2000 - “A Voz da Criativa Idade”
  • 2001 - “A Voz da Criativa Idade 2 - Nós fazemos um Mundo Melhor”
  • 2003 - “Cantando Sylvia Orthof – Músicas de Marco Aureh”
  • 2007 - “Roda de Cantigas” (Zé Zuca) – Selo Rádio MEC - Em vias de lançamento
– Aureh assina os arranjos (juntamente com Magro (MPB4) e Maurício Durão) - participa como instrumentista e vocalista também.
Além dos discos infantis, lançou 2 discos de música progressiva com excelente repercussão no cenário nacional e no exterior - “Lummen - Ao vivo no Rio Jazz Club” (1999) e “Palma - 12 Ciclos” (2003), ambos pelo selo Som Interior. Participou como flautista e arranjador em vários discos com tendências musicais diferenciadas.

Prêmios
Foram 6 indicações para o prêmio Coca- Cola de Teatro na categoria Melhor Música 1994, 1995, 1996-(RJ), 1996 (SP), 1998, 1999 (RJ). Aureh tornou-se um dos recordistas de indicações nesta categoria tendo conquistado o prêmio em 96 / RJ.
Durante os 12 anos de existência, este concurso teve concorrentes ilustres como os compositores Edu Lobo, Paulo Jobim, Eduardo Dusek, Paulo César Medeiros, Tim Rescala e Ian Guest , entre outros.

Principais premiações
  • Prêmio Coca-Cola de Teatro (RJ) 1996 /Categoria melhor música com a Trilha Sonora do Espetáculo “O Equilibrista”
  • Prêmio Coca-Cola de Teatro (RJ) 1994 (indicação) / Categoria Melhor música com a Trilha do espetáculo“O Pássaro do Limo Verde”
  • Prêmio Coca-Cola de Teatro (RJ) 1995 (indicação) / Categoria Melhor Música com a Trilha Sonora do Espetáculo “O Theatro de Brinquedo” (grupo Sobrevento)
  • Prêmio coca-cola de Teatro (SP) 1996 (indicação) / Categoria Melhor Música com a Trilha Sonora da versão Paulista do Espetáculo “O Pássaro do Limo Verde”
  • Prêmio Sharp de Teatro (RJ) 1994 (indicação) / Categoria Melhor Espetáculo com “O Pássaro do Limo Verde”
  • Prêmio Coca-Cola de Teatro (RJ) 1998 (indicação) / Categoria Melhor Música com a Trilha Sonora do Espetáculo “Conversa de Pescador”
  • Prêmio de melhor música original no XVIII Festival Nacional de Teatro de S.J. do Rio Preto - SP 1998 Pela Trilha Sonora do Espetáculo “O Menino detrás das Nuvens”.
  • Prêmio de Melhor Sonoplastia no XVIII Festival Nacional de Teatro de S.J.do Rio Preto - SP 1998 pela Trilha Sonora do Espetáculo “O Menino detrás das Nuvens”.
  • Prêmio de melhor Sonoplastia no IV Festival Nacional de Teatro de Campos-RJ pela Trilha Sonora do Espetáculo “A Última Estória”
  • Primeiro colocado no I Concusro Banda x Banda (1989) pela atuação e composição das músicas da Banda Vento
  • Bi-Campeão do II Concurso Banda X Banda (1992) novamente pela atuação e composição das músicas da Banda Vento
  • Prêmio Coca-Cola de Teatro(RJ) 1999 (pré-seleção) / categoria Melhor - música com a Trilha Sonora do Espetáculo “Coração Mamulengo”
  • Prêmio Maria Clara Machado (RJ) - 2002 (indicação 1o semestre) - categoria melhor música pela Trilha Sonora de “O Cavalo Transparente”
  • Prêmio - Homenagem CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para Infância e Juventude) RJ - 2003 - Prêmio de reconhecimento pelo conjunto da obra musical voltada para o público infantil e juvenil.
  • Melhor músico progressivo de 2003 (BRASIL) - Eleito pelo site www.rockprogressivo.com.br
Discografia
  • Cantando Sylvia Orthof, músicas de Marco Aureh - CD indepentende ( 2003 ) contendo uma seleção de músicas compostas por Aureh sobre as letras dessa conceituada escritora. Atuou como Cantor, músico e arranjador.
  • Palma, 12 Ciclos - CD / Som Interior ( 2003 ) - Música Instrumental Progressiva. Atuou como compositor, músico e arranjador.
  • Ao vivo no Rio Jazz Club - Lumen - CD / Som Interior ( 1999 ) - atuou como vocalista, músico e autor das músicas.
  • A Voz da Criativa Idade I e II - CD infantil ( 2000/2001 ) - Cantor,compositor e diretor musical.
  • Coração Mamulengo - CD independente ( 1999 ) – Texto de Ariano Suassuna. Atuou como cantor,músico, arranjador e autor das músicas..
  • Pipócolis - Disco vinil infantil ( 1984 ) - atuou como cantor, Flautista e compositor
  • The Boock of Comedy - Anima Dominus - CD ( 1999 ) / atuou como flautista
  • Voz em Cena - Sem Borracha - CD infantil ( 1999 ) - cantor, compositor e Diretor Musical.
  • Blue Desert – CD de Música Instrumental do tecladista André Mello ( 2000 ) - atuou como Flautista
  • Anno Luz - vinil - Álbum de Música Instrumental ( 1987 ) - atuou como Flautista / relançamento em CD para o ano 2001
  • Julião Ríspole - vinil Independente( 1983 ) - atuou como Flautista e arranjador
  • Quero Fogo - independnete ( 2007 ) – CD do Cantor e Compositor César Nascimento.
  • Roda de Cantigas - selo Rádio MEC ( 2007 ) - CD do Cantor e compositor, Zé Zuca - atuou como arranjador e músico.
Mídia - Crítica (tópicos)
  • “Marco Aureh fez as músicas para as minhas letras de O Cavalo Transparente, o trabalho resultou mágico, forte!” (Sylvia Orthof – escritora e dramaturga (1988)
  • “Escute as músicas gostosas tocadas no violão, na flauta e na gaita pelo Marco Aureh, também diretor musical desse belo Ponto de Tecer Poesia” (Fanny Abramovich – educadora e crítica de produção musical infantil (SP 1989)
  • “Aureh talvez seja hoje um dos músicos jovens com maior currículo em produções específicas para teatro, criando uma música que transparece e se refina a cada produção” (Eliane Maciel – escritora e jornalista (1991)
  • “A música ao vivo que acompanha a cena passo a passo tem o comando de Marco Aureh numa trilha impecável” (O menino de trás das nuvens) (Lúcia Cerrone – crítica de teatro - Jornal do Brasil (1994)
  • “Embalando a peça estão as ótimas músicas de Marco Aureh” (O Pássaro do Limo Verde) (Manya Millen – crítica de teatro - O Globo (1996)
  • “A música de Marco Aureh usa os elementos dos sons da própria natureza, as idéias melódicas são de linguagem quase folclórica e ritualística – evoca espíritos” (Ian Guest - arranjador (1995) – bacharel em composição pela Berklee College,Boston; autor do método “Arranjo”, em 3 volumes – editora Lumiar.
  • 4- Cronograma / Custos
  • OFICINA 1
A oficina "Musicalização para Educadores 1” tem a duração de 8 horas subdivididas em 2 módulos de dois dias, 4 horas cada dia. Em caso de haver apenas um dia disponível: 4 horas pela manhã (das 9:00 às 13:00h) e 4 horas à tarde (das 14:00 às 16:00h).
  • OFICINA 2
A oficina "Musicalização para Educadores 2” tem a duração de 4 horas subdivididas em 2 módulos: 2 horas pela manhã (das 10:00 às 12:00h) e 2 horas à tarde (das 14:00 às 16:00h).
  • CURSO
O curso "Musicalização para Educadores” tem a duração de 16 horas em 2 meses subdivididos em uma aula por semana (2 horas/aula).
OBS: Número máximo de 20 por oficina/curso. A atividade também poderá ocorrer num final de semana. O horário das práticas pode ser outro. O local: uma sala ampla com quatro cadeiras. Estuda-se proposta alternativa.

Material necessário: lápis, papel, quadro (negro ou branco) para escrever, um aparelho de CD, duas cadeiras, folhas de jornal, um litro de água mineral.

Informações: (24) 2246 3589 / (21) 9569 0103 (Marco Aurêh)
contato@marcoaureh.com.br
Maiores informações no site oficial do artista e professor:
http://www.marcoaureh.com.br/

quinta-feira, outubro 11, 2007

Comemoração do dia das Crianças

imagem extraida: http://www.dicasdesantos.com.br/2012/10/12-de-outubro-dia-da-crianca.html


Como surgiu o Dia da Criança




O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920.
Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!
Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!
Dia Universal da Criança
Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.