quinta-feira, fevereiro 22, 2007

"CANTINHO CULTURAL " - Os Reinos Encantados de DE WALT DISNEY (Richard Collier)


(um pouco da história de Disney para vocês - todo dia vou postar uma parte)

Vestido displicentemente, com um casaco de lenhador e um chapéu verde de tirolês, Walt Disney conversa animadamente com um grupo de seus executivos. Era um radioso dia de outubro, em 1965, e o cenário, 26 quilometros ao sul de Orlando, na Flórida, era uma selva primitiva, duas vêzes o tamanho de Manhattan, que acabava de ser adquirida pela Produções Walt Disney. Onde o observador comum veria apenas pântanos e bosques de ciprestes, Disney já antevia o futuro promissor - um inigualável reino de férias chamado Mundo de Walt Disney, que abrangeria um enorme setor de Diversões, novos e revolucionários hotéis, locais para acampar, campos de golfe, um monotrilho, lagos, lagos e praias de areias brancas.
"E isto seria apenas o começo. Pois agora Disney revelava um sonho que haveria de ultrapassar até mesmo essas realizações. "Não seria maravihoso? ", indagava ele, " se nós pudéssemos construir aqui uma cidade, uma comunidade experimental do futuro, onde as pessoas pudessem viver sem tráfego, sem smog e sem favelas? "
A cidade do futuro, como Disney começou a descrevê-la, seria uma fábula : um aglomerado de ruas refrigeradas, cobrindo 20 hectares, onde o pedestre seria rei. Todo o tráfego da cidade central correria subterrâneo e o centro seria cercado por um cinturão verde e por bairros residenciais para um máximo de 20.000 pessoas. Cada casa seria uma unidade auto-suficiente, dotada da sua própria usina elétrica, ligada a um sistema centra de contrôle por meio de alarmes contra roubos e incêndios, além de tubulações subterrâneas para a remoção do lixo.
" Imaginem só ", dizia ele. " A cidade seria isenta de poluição e completamente coberta para controle de temperatura"."Mas, Walt" , ponderou Joe Potter, um dos seus vice-presidentes, " isso custaria centenas de milhões de dólares! "
Os olhos castanhos de Disney brilhavam. "Joe ", perguntou ele, "você não quer concentrar-se no problema e deixar de lado o supérfluo ? "Era um comentário bem dele.Durante toda a sua vida, Walter Elias Disney havia tido sonhos assim, e raramente parava para pensar em custos. Do seu estúdio na Califórnia haviam jorrado 534 desenhos animados, 44 curta-metragens, 47 produções educativas e comerciais e 83 filmes de longa metragem, dos quais 18 inteiramente animados. Só neste ano de1965, seis milhões de pessoas haviam passado um dia na Disneylandia, na Califóronia e 21 milhões de pessoas haviam assistido aos espetáculos de Disney na Feira Mundial de Nova York. Todos os anos, 180 milhões de pessoas pagavam para ver um filme de Disney e 100 milhões de pessoas liam historias de Disney em livros e revistas. Todas as semanas, 250 milhões de pessoas viam as histórias em quadrinhos de Disney e os pvos de 70 paises assitiam a um programa dele na TV. Seu público total, incluidos todos os meios de comunicação, atingia a cada dos bilhões. Como mestre da fantasia e fábula, artista e criador de personagens lendários, ele havia tocada vida de número maior de pessoas do que qualquer outro homem na História.
Ele era, por si só, uma indústria inteira, uma obra construida sobre sonhos - e nenhum personagem no folclore internacinal por ele criado teve uma vida mais rica em fantasia do que o próprio Walt Disney.........

gostou da história ? , mas vamos continuar outro dia.......
(texto extraido daSeleções do Reader´s Digest de Janeiro de 1972)

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Folha S.Paulo - 17 de Fevereiro 2007 - Folhinha

Daniela Arrais registrou O Cantos e Encantos
na Folhinha do jornal a Folha de S.Paulo em 17/02/2007
obrigada
Claudia

" CANTINHO CULTURAL " - Zilka Salbaberry

João um grande amigo de Campinas, está sempre nos presenteando com seus recortes de jornais,e seus ricos documentos.
(clique na foto para ler a matéria da Revista Claudia)
" Claudia. Esta hippie na novela Corrida do Ouro encantava a petizada. Eu era um adolescente de 18 anos(naquele tempo 18 anos era um menino, tempos de absoluta inocencia), e me encantei também com este personagem fantástico. Tanto é que guardei uma recorte da época, retirado a revista Claudia julho 1974. Exatamente neste mes eu fazia meus 18 anos de idade. Prestes a entrar pro quartel. Não me lembro se na novela existia uma música especialmente pra Kiki, você se lembra? Ou tem alguma informação? Logo depois a Zilka iria fazer a melhor de todas as donas Bentas que a TV pode produzir. beijoão "
obrigada mais uma vez
claudia
João ,
respondendo a sua pergunta,
MOFO disse...
Acho que o tema da Kiki era a música GERAÇÕES do Zé Rodrix.
obrigada pela informação
claudia

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Cantinho Cultural infantil - links culturais Roedores de Livros

Este blog apresenta o Projeto de incentivo a leitura junto a crianças carentes em Brasília chamado Roedores de Livros, onde unimos Contação de Histórias, Artes Plásticas e Música ao vivo.
Roedores de Livros.Pretendemos despertar o gosto pela leitura através de contadores de histórias, oficinas motivacionais, música ao vivo e outras atividades. Além das crianças, atendemos aos pais e a adultos em geral que desejem se aproximar da literatura infantil.
Em 2006 estivemos na Biblioteca Comunitária T-Bone, em Brasília, e atendemos a cerca de 900 crianças.
visitem vale a pena - http://roedoresdelivros.blogspot.com

Lindo Trabalho Ana Paula

parabéns

claudia campinas

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Cantinho Cultural - SONIA MARIA DORCE

Pedido de um visitante -
" Diego disse...
Olá, adorei o disco da Maria Regina, porém, antes dela, uma outra estrela mirim, a paulista Sonia Maria Dorce atuava nas rádios e gravava discos ainda 78 RPM. Sonia foi o primeiro rosto a aparecer na inauguração da TV, em 1950, tornando-se a primeira estrela mirim da televisão. Vc não teria nenhuma gravação dela? Abraços Diego "

Eu acho que não tenho Diego, vou verificar novamente.
Mas achei um material na net a respeito dela, que não achei o link nem quem escreveu.

RESUMO DO DEPOIMENTO DE SONIA MARIA DORCE, PARA O MUSEU VIRTUAL DA TELEVISÃO BRASILEIRA -

Sonia Maria Dorce foi “menina prodígio”. Ela não gosta de ser assim chamada, mas todos que a conheceram, comparam-na com Shirley Temple, a “garota prodígio” do cinema americano. Com pouco mais de três anos, Sonia cantava, declamava, fazia discurso e não temia o público grande ou pequeno. “Para mim tudo era tão natural, não exigia nenhum esforço”. Por perceber essa facilidade da menina é que o pai, Maestro Francisco Dorce e sua mulher Maria, não pouparam a garota prodígio. Sonia Maria entrou para o programa “Clube do Papai Noel” de Homero Silva. Era companheira de outros pequenos artistas, como Erlon Chaves, Wilma Bentivegna, Walter Amorin. Sonia era a menor. E quando começou a participar de rádio-novelas, houve um espanto: a menina que mal sabia ler, podia decorar suas falas. O mesmo acontecendo quando na televisão Tupi de São Paulo. Decorava suas falas e dos que com ela contracenavam. E não se sentia prodígio. Em verdade levava uma vida de criança normal, brincando, imitando, fazendo “traquinagens”. Sonia Maria nem deu importância quando no dia 18 de setembro de 1950, dia da inauguração da televisão, colocaram um cocar em sua cabeça e a fizeram falar: “Boa noite. Está no ar a televisão do Brasil”. Todos os demais, porém, se encantaram. E ela fazia sempre sucesso. Participava de inúmeros programas. Citemos alguns: “Clube do Papai Noel”, “De Mãos Dadas”, “Gurilândia”, “Ciranda, Cirandinha”, “A Queridinha do Meu Bairro”, “A um passo da gloria”, “Façamos os homens de amanhã”, “Vestida de minha vida”, e vários outros. Como cantora mirim, Sonia Maria ganhou um Disco de Ouro. E fez cinco filmes. Sonia Maria Dorce, porém, afirma que o pai nunca a privilegiou em casa.Pelo contrário, tudo dela era exigido, até pela facilidade com que tudo fazia. E também não permitia que ela recebesse cachês, quando ia a inaugurações e festas. Seus discursos não lhe rendiam nada. Jamais perdeu um ano escolar, e ainda adolescente, conheceu aquele que viria a ser seu esposo. Ademir Harmonia, com quem se casou e com quem teve duas filhas. Continuando os estudos, ainda solteira, formou-se em Direito, em Pedagogia e em Francês, tendo se diplomado em Nanci, França. Já adulta, deixou a televisão e dedicou-se à Advocacia, tendo trabalhado no Departamento Jurídico dos Diários Associados e, mais tarde montou escritório com seu esposo, agualmente advogado, e mais tarde as filhas, seguiram a mesma carreira e juntaram-se aos pais. Hoje Sonia Maria é Diretora Juríca da Associação dos Pioneiros da Televisão Brasileira e Assessora da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Tendo tido uma existência repleta de amor, Sonia Maria Dorce Harmonia é grata à vida, por tudo que recebeu dela, e diz: “Deve ser por ter vivido assim feliz, que sinto em mim uma infindável capacidade de amar”.

http://www.rnp.br/noticias/2005/not-050121.html

Se eu achar algum disco dela vou postar com muito prazer.
Se alguém tiver e quiser enviar, o Cantos e Encantos agradece.

obrigada
claudia campinas